Atentos aos movimentos do mercado antes de realizar compra de combustível

A preocupação com o avanço da epidemia do Corona vírus na China está deixando nosso mercado bem alterado… somos muito influenciados pelos valores de cotação do Petróleo logicamente e também pelo valor de cotação da moeda americana, já que negociação de commodities como o petróleo tem sua cotação em dólar.

O dólar acelerou sua alta na tarde de sexta (31/01) e atingiu novo recorde sendo vendida a R$ 4,280, depois de atingir R$ 4,283 às 12h10. Assim, deixou para trás o recorde anterior durante a operação, de R$ 4,2785 na venda, alcançado em 26 de novembro do ano passado.

Em contrapartida os preços do petróleo caíram fortemente desde o início do ano pelo temor crescente com a economia da China, afetada pela disseminação do vírus surgido em Wuhan.

O barril Brent, cuja cotação é feita em Londres, caiu abaixo dos US$ 60 após perder quase 12 pontos percentuais em um mês, valor mais baixo desde novembro de 2018.

Os investidores temem as consequências da epidemia. A China é o maior importador e o segundo maior consumidor de petróleo do mundo, sendo um player de peso no setor.

Estas ações somadas a vontade do Governo Federal de ver refletida nas bombas as reduções dos preços de combustíveis efetuadas pela Petrobrás podem trazer grandes movimentos em nosso setor para os próximos dias…

O Presidente anunciou na noite deste domingo (2/2), pelo Twitter, que vai propor ao Legislativo um Projeto de Lei Complementar para que o ICMS sobre combustíveis seja um valor fixo por litro, e não mais pela média dos postos. A medida, segundo o próprio presidente, é uma resposta ao fato de os preços não caírem nos postos mesmo depois dos sucessivos anúncios da Petrobras de redução de valor de venda nas refinarias.

“Pela terceira vez consecutiva baixamos os preços da gasolina e diesel nas refinarias, mas os preços não diminuem nos postos, por que? Porque os governadores cobram, em média 30% de ICMS, sobre o valor médio cobrado nas bombas dos postos e atualizam apenas de 15 em 15 dias, prejudicando o consumidor”, afirmou o presidente.

A proposta anunciada pelo presidente Bolsonaro é defendida pelo diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone. Ele acredita que o preço único do ICMS o é fundamental para diminuir a volatilidade no preço dos combustíveis ao consumidor e para dar previsibilidade à arrecadação dos estados.

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Muitas movimentações nacionais e internacionais vão influenciar os preços dos combustíveis nos próximos dias.

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