Risco de desabastecimento aumenta a probabilidade de um forte reajuste nos preços da Petrobras

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Quinta – Feira, 15 de Outubro de 2021

Cenário

O petróleo continua a tendência de alta em consequência de manter o equilíbrio da oferta e demanda mundial pela commodity. Enxergamos esse movimento com fundamentos estruturais e que dificilmente irão se dissipar com velocidade. Somente um aumento forte na produção pela OPEP+ deverá reduzir o preço do barril de forma significativa, o que só poderá acontecer na próxima reunião do grupo.

No mercado interno, a Petrobras se encontra em posição delicada. A pressão política para que os reajuste sejam feitos de forma gradual e sem impacto demasiado, faz com que a janela de importação fique fechada e a demanda pelo combustível da estatal brasileira aumente. Porém, como publicado na reportagem da BRASILCOM, os sucessivos cortes nas cotas de derivados pela Petrobras mostram um possível risco de desabastecimento. Desta forma, a petroleira se vê cada vez mais pressionada para que abre a janela de importação através do aumento de seu preço.

O dólar fechou cotado em R$5,553 na terça-feira, dia 12.

A gasolina do Golfo continuou a alta em 1,23% ontem e hoje avança mais 0,80%. O spread está em -R$0,438 com o prêmio de -14,59%. A gasolina se encontra muito abaixo do equilíbrio com a paridade internacional. A pressão na Petrobras por um novo reajuste é extrema.

Fique atento às mensagens de alerta da Pronto durante o dia!

O Heating Oil subiu 1,60% ontem e hoje apresenta alta de 1,12% até o momento. O spread do diesel está em -R$0,61 com o prêmio de -19,69%. O combustível se encontra abaixo da paridade internacional.

A Esalq voltou a subir e teve apreciação de 0,69%. A paridade está em 79,80%. A média das negociações está em R$4,173.

O açúcar equivalente caiu -1,36% . O prêmio em relação ao etanol está na faixa de 6%. O açúcar está rentabilizando acima do nível do etanol.

A nova PMPF entrará em vigor dia 16/10:

Análise

Gasolina
A PB tem o histórico de deixar o spread entre -R$0,05 e -R$0,07 centavos, segundo a série histórica de preços da petroleira desde 2017.

O spread se encontra em -R$0,438.

A defasagem está em um patamar muito elevado. Apesar do reajuste para cima feito pela Petrobras na semana passada, há grande margem para nova movimentação.

Nossa recomendação é de compras máximas para a gasolina.

Diesel

O spread no diesel está em -R$0,61 . O combustível se encontra abaixo do equilíbrio com a paridade internacional.

A defasagem observada no diesel é considerada altíssima. Devido a isso, existe a possibilidade de um novo reajuste de grande magnitude no diesel.

Nossa indicação é de compras máximas para o combustível.

Etanol

Devido ao cenário de alta observado em derivados, o etanol ganhou fôlego para uma subida em seu preço.

Nossa recomendação é de compras máximas para o etanol.

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